Funciona no seu dispositivo · Seu arquivo nunca sai do seu dispositivo.
Diga o tamanho de que precisa e o vídeo é codificado para caber nele. É a ferramenta para o limite de anexo do e-mail, de um aplicativo de mensagens ou de um formulário que recusa qualquer coisa acima de 25 MB.
A taxa de bits que o tamanho permite é calculada a partir da duração do vídeo; depois o resultado é medido e corrigido se passar do limite — então você recebe um arquivo que cabe de verdade, não um que só ficou menor.
Baixar a resolução junto com a taxa de bits dá um resultado bem melhor em tamanhos pequenos: um vídeo em 720p com 8 MB fica muito melhor do que o mesmo trecho mantido em 1080p e sem bits suficientes.
Não serve para: Espremer uma gravação muito longa num tamanho muito pequeno — é a duração que decide quanta imagem cabe nos megabytes; corte o vídeo antes com a ferramenta Cortar.
Quando um vídeo é escolhido, três tamanhos são sugeridos a partir da duração, do tamanho do quadro, da taxa de quadros e do som. Cada um supõe uma quantidade de dados por pixel de imagem: 0,10 bit para «Nenhuma diferença visível», 0,05 para «Bom para qualquer um» e 0,03 para «O menor que ainda dá para ver», que além disso desce para 360p. Para um trecho de 3 minutos em 1080p a 30 quadros por segundo, com som, isso dá 148 MB, 76 MB e 8 MB. Uma sugestão que não seria menor que o próprio arquivo aparece marcada como «já é pequeno assim».
Três por cento do alvo ficam reservados para o contêiner. O som recebe 128 kbit/s quando o alvo permite pelo menos 600 kbit/s no total, e menos abaixo disso, até 48; ele é sempre codificado de novo em AAC. O resto vai para a imagem, mas nunca mais do que a imagem original tinha. Se isso for pouco demais para o quadro continuar assistível, o quadro desce uma altura padrão de cada vez, até 240 linhas. No trecho acima, 25 MB vira 720p com cerca de 950 kbit/s de imagem. Quando nem 240p receberia 40 kbit/s, a ferramenta recusa e informa o menor tamanho que ainda dá para assistir.
Um vídeo que já está abaixo do alvo não é codificado de novo quando é H.264, HEVC ou AV1 com som AAC ou MP3: as faixas são só reempacotadas como MP4.
Primeiro tenta-se o codificador de vídeo do seu aparelho. O controle de taxa dele tende a passar do ponto, então a primeira passada mira 5% abaixo da taxa calculada, e o arquivo pronto é medido. Se passou do alvo, a taxa de bits é reduzida na mesma proporção, com mais 5% de folga, e o vídeo é codificado de novo. Se coube mas usou menos de 85% do alvo, a taxa sobe até 60% para a sobra ir para a imagem. Depois de no máximo três passadas, fica o maior arquivo que cabe; se nenhum coube, você recebe o menor, com uma nota dizendo isso.
O motor faz o mesmo ciclo com x264 quando o codificador do aparelho não dá conta, ou quando o alvo passa de 1,5 GB, ou de 400 MB num aparelho que informa ter 4 GB de memória ou menos. No motor, uma entrada acima de 1 GB é codificada em partes, cada uma com a sua fatia exata dos bytes e sem segunda passada; o alvo vale então para todas as partes juntas.
Medido num computador de 4 núcleos sem chip gráfico: um filme de 3 minutos em 1080p comprimido para 25 MB levou 91 segundos no codificador do aparelho e 653 segundos no motor.
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