Funciona no seu dispositivo · Seu arquivo nunca sai do seu dispositivo.
Um cartão de memória cheio de arquivos RAW não serve para um formulário, um cliente ou o grupo da família enquanto não vira JPG. Esta página revela arquivos RAW de câmera no seu próprio aparelho — Canon CR2 e CR3, Nikon NEF, Sony ARW, Fujifilm RAF, Panasonic RW2, Olympus ORF, Pentax PEF, e DNG de celulares, Leica, Ricoh e Pentax — e entrega um JPG comum na qualidade ou no tamanho que você escolher.
Os dados do sensor passam pela interpolação de cores e pelo gerenciamento de cor com o balanço de branco que a câmera definiu e um perfil para aquela câmera, e depois são ajustados ao JPEG da própria câmera, para que o resultado se pareça com a foto que você viu na telinha. Quando os dados do sensor de um formato ainda não são decodificados (CR3, ORF e PEF comprimidos, RAF antigo), o JPEG em tamanho cheio que a câmera embute em todo arquivo é usado no lugar, e a página avisa.
Nada é enviado. A revelação acontece em segundo plano no seu navegador e leva até um minuto por arquivo.
Não serve para: Edição de RAW — exposição, balanço de branco e recuperação não são ajustáveis aqui; a revelação usa as configurações da própria câmera.
Um arquivo RAW ainda não é uma foto: são as leituras do sensor. O leitor o revela no seu aparelho do jeito que a câmera faria — preenche as cores que o filtro do sensor deixou de fora (a interpolação de cores, ou demosaicing), aplica o balanço de branco que a câmera escolheu na hora do clique, passa as cores da câmera por um perfil e ajusta o resultado ao JPEG pequeno que a câmera guardou dentro do arquivo, para que a foto pronta se pareça com o JPEG da própria câmera, e não com uma revelação crua, cinza e sem vida. O resultado é uma imagem sRGB de 8 bits, que as configurações normais de JPG então codificam.
Revelar dá trabalho de verdade: um arquivo de 24 megapixels leva cerca de meio minuto num notebook e mais num celular, e a página avisa enquanto trabalha. Um lote é revelado um arquivo depois do outro, então um cartão com cinquenta fotos é um cafezinho, não um travamento — cada arquivo pronto é mantido mesmo que um dos seguintes falhe.
Revelados a partir dos dados do sensor: Canon CR2 (DSLR EOS e compactas PowerShot até 2018), Nikon NEF e NRW (séries D e Z, comprimidos e sem compressão), Sony ARW (Alpha, inclusive 14 bits sem compressão), Fujifilm RAF de câmeras X-Trans, Panasonic RW2, Pentax PEF sem compressão e DNG — o formato RAW aberto gravado pelo ProRAW do iPhone, por apps de câmera do Android, Leica, Ricoh e Pentax. Cada um foi verificado aqui com um arquivo de verdade, de uma câmera de verdade.
Lidos a partir do JPEG embutido pela câmera: Canon CR3 (EOS R, R5, R6, M50, 90D e posteriores), Olympus ORF, Pentax PEF comprimido e RAF das compactas FinePix SuperCCD antigas. Todo RAW carrega um JPEG em tamanho cheio que a câmera renderizou na hora da foto, então esses também saem em resolução total e com o visual da própria câmera — mas como pixels de 8 bits que a câmera já processou, não a partir do sensor. O painel de resultado diz qual caminho foi tomado.
As configurações de JPG são as mesmas de todas as páginas de imagem: o controle de qualidade começa em 85, uma largura máxima reduz a foto mantendo as proporções, e um limite em KB procura a melhor qualidade abaixo dele — a configuração que um portal de visto ou um site de vagas exige. O painel de resultado mostra o tamanho final, a qualidade usada e uma nota de semelhança em relação à foto revelada.
O JPG é reconstruído a partir dos pixels, então os dados EXIF — câmera, lente, exposição, data, GPS — não são copiados para ele. Uma foto muito grande é reduzida no celular acima de uns 16 megapixels e no computador acima de 60, com o tamanho original e o entregue mostrados lado a lado; tudo abaixo disso mantém cada pixel.
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