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Um .gltf quase nunca é um arquivo: é um .gltf, um .bin ao lado e uma pasta de texturas. Mande por e-mail e chega quebrado. O GLB é exatamente o mesmo modelo, com todas essas peças empacotadas num arquivo binário só.
Adicione o .gltf junto com o .bin e as imagens e sai um único .glb. Não se perde qualidade: é o mesmo conteúdo, de embalagem trocada, e o GLB fica mais ou menos do tamanho do .gltf, do .bin e das imagens somados.
Tudo roda na sua própria máquina, e num arquivo 3D é exatamente esse o ponto: o modelo costuma ser a peça de um cliente, o escaneamento de uma obra ou um projeto ainda não divulgado. Nada sobe para servidor, então depois não há nada para pedir que apaguem.
Não serve para: Comprimir a geometria — o empacotamento não reduz o número de triângulos.
Um .gltf cita, por dentro, os outros arquivos de que precisa, geralmente um .bin e algumas imagens. Cada um é associado aos arquivos que você adicionou só pelo nome do arquivo, sem diferenciar maiúsculas de minúsculas, então as pastas escritas no .gltf não importam, e um nome escrito com %20 no lugar do espaço, como o glTF guarda, corresponde ao arquivo com o espaço. Dados já guardados dentro do .gltf como endereços data: não precisam de nada a mais. Um zip da pasta inteira também funciona.
Um arquivo que o .gltf cita mas que você não adicionou não é procurado em nenhum outro lugar. Sem o .bin não há geometria, então a conversão para e diz qual arquivo adicionar. Uma imagem faltando não interrompe a conversão: o GLB mantém uma referência a ela, e o resultado a lista. Se duas imagens em pastas diferentes têm o mesmo nome de arquivo, as duas superfícies recebem a mesma imagem, então renomeie uma delas antes.
O texto do próprio .gltf é mantido, e só os bytes mudam de lugar: o .bin e cada imagem são colocados dentro do GLB exatamente como eram, e as referências passam a apontar para lá. Nada é decodificado, então imagens JPEG não são comprimidas uma segunda vez, geometria Draco ou meshopt continua comprimida, e toda cena, nó, material, animação e extensão passa, inclusive extensões que este site não entende. O GLB fica mais ou menos do tamanho do .gltf, do .bin e das imagens somados.
O modelo ainda é lido uma vez, para preencher as contagens depois da conversão. Uma imagem que esse leitor não consegue decodificar, como uma textura KTX2, não entra na contagem, mas está no GLB, byte por byte.
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