Converter GLB em glTF

Funciona no seu dispositivo · Seu arquivo nunca sai do seu dispositivo.

Um GLB é binário e não dá para ler nem mexer à mão. O .gltf é o mesmo modelo escrito em JSON legível: abre num editor, você vê a estrutura de nós, materiais e animações, e corrige um nome ou um valor sem exportar tudo de novo.

É o que se quer ao depurar uma cena, quando uma ferramenta da sua cadeia só aceita glTF em texto, ou quando é preciso ver exatamente o que o arquivo traz. Sai um .gltf autônomo, com os dados embutidos, para continuar sendo um arquivo só.

Tudo roda na sua própria máquina, e num arquivo 3D é exatamente esse o ponto: o modelo costuma ser a peça de um cliente, o escaneamento de uma obra ou um projeto ainda não divulgado. Nada sobe para servidor, então depois não há nada para pedir que apaguem.

Como Converter GLB em glTF

  1. Adicione o arquivo GLB.
  2. Confira se glTF está selecionado.
  3. Clique em «Converter».
  4. Baixe o arquivo glTF.

Formatos suportados e limites

Entrada
GLB, inclusive com compressão Draco
Saída
glTF (.gltf, JSON legível)
Mantém as texturas
Sim, embutidas no arquivo
Preserva a animação
Sim
Onde roda
No seu navegador — sem enviar nada

Não serve para: Gerar um .gltf com .bin separado e texturas espalhadas — a saída é um único .gltf autônomo.

Quais arquivos GLB abrem

Arquivos GLB comprimidos com Draco ou meshopt abrem, com decodificadores servidos por este site, e também arquivos com geometria quantizada, transformações de textura, imagens WebP, AVIF ou KTX2, luzes e cópias de uma malha por instâncias. Como o GLB é desempacotado em vez de reconstruído, a compressão e as imagens chegam ao .gltf exatamente como eram.

O que muda no caminho

Nada no modelo. A parte JSON do GLB é gravada como era, e a parte binária, que guarda a geometria, os quadros-chave da animação e as imagens de textura, vira um único buffer dentro do .gltf. As malhas não são divididas, imagens JPEG não são comprimidas de novo, toda cena é mantida e extensões que este site não entende passam sem ser tocadas. O resultado é um arquivo só, sem .bin nem imagens soltas para manter juntos.

Como se orientar no JSON

O .gltf é indentado com dois espaços, então se lê bem em qualquer editor de texto. Os materiais, os nós com posições, rotações e escalas, e a lista de animações são JSON simples que você pode mudar à mão. A geometria, os quadros-chave da animação e as imagens não: ficam num buffer guardado dentro do arquivo como texto base64, que ocupa cerca de um terço a mais que os mesmos bytes num GLB. Se editar o JSON, deixe como estão as contagens e os deslocamentos (offsets) em accessors e bufferViews, ou o arquivo deixa de corresponder ao seu buffer. Para empacotar um arquivo editado de volta em GLB, use /gltf-to-glb.

Perguntas frequentes

Meus arquivos são enviados para algum servidor?
Não. A conversão acontece inteiramente no seu navegador, com a capacidade do seu próprio aparelho. O arquivo não sai do seu computador nem do seu celular, e, depois que você usa a ferramenta uma vez, ela continua funcionando sem internet (as de vídeo, de reconhecimento de texto e de remoção de fundo baixam o motor deste site no primeiro uso).
Por que o glTF fica bem maior?
Porque os dados binários são embutidos como texto, e o texto precisa de quatro caracteres para cada três bytes: cerca de um terço a mais. A compressão Draco ou meshopt do GLB é mantida como estava. O modelo é o mesmo; muda a escrita.
Posso editar à mão?
Sim, é JSON. É exatamente por isso que se converte: dá para ler e corrigir antes de voltar para GLB.

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